Tipos de apego nas relações

TIPOS DE APEGO NAS RELAÇÕES

Você sabia que seu estilo de apego influencia nas relações?

Segundo John Bowlby, o psicanalista que criou a Teoria do Apego, em que explica como algumas pessoas se apegam mais que outras pessoas num relacionamento.

Existem 3 tipos de apego:

  • Apego ansioso: demonstra insegurança, evita a qualquer custo a rejeição, busca proximidade, faz joguinhos emocionais para atrair atenção e interesse, está sempre desconfiando do parceiro, deixa ser levada pelo parceiro, anula a si mesmo, dramatiza seus sentimentos, tem mania de adivinhações e um grande medo de que qualquer coisa, mesmo que pequena termine seu relacionamento.
  • Apego evitativo: age de maneira contraditória, desvaloriza o parceiro, preza pela sua independência, evita falar dos sentimentos, interrompe as conversas, é reativo e inflexível com as regras do relacionamento.
  • Apego seguro: é confiável, consistente, flexível, divide a tomada de decisões, evita joguinhos emocionais, expressa seus sentimentos e suas fragilidades, a dependência e o compromisso não são fatores de anulação pessoal, chega em um acordo numa discussão, se comunica bem em seu relacionamento.

Qual desses tipos de apego se encaixa? E seu parceiro?

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Quando deixar a vida de solteiro?

QUANDO DEIXAR A VIDA DE SOLTEIRO?

Será que teve ter um relacionamento ou continuar com a vida de solteiro?

Quantas pessoas vejo no consultório, falando que querem ficar com alguém, sem se envolver emocionalmente, mas as vezes, o destino nos prega uma peça.

E de um modo inesperado, se vê pensando toda hora na pessoa, ao perceber está apaixonado pelo outro. Muitas vezes, levando a pessoa a se sentir aprisionado.

Ao entrar numa relação, terá que encarar uma fase experimental. Nos primeiros 6 meses é a fase de reconhecimento de vários aspectos da vida da pessoa. Vão se conhecendo, revelando seus sonhos futuros.

Fique atento no início do relacionamento em alguns pontos:

  • Evite interferências externas.
  • Escute a pessoa e tire suas próprias conclusões.
  • Preserve o momento individual de cada um.
  • Dê fôlego para si mesmo.

O relacionamento sempre precisará de ajustes e empenhos de ambas as partes.

Permita-se viver essa relação com amor e principalmente os 3 R essenciais para um relacionamento saudável, como: respeito, reconhecimento e reciprocidade.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Dúvida em “ficar” ou namorar

DÚVIDA EM “FICAR” E NAMORAR

Qual o maior perigo da pessoa que só fica com outras pessoas e nunca estão num relacionamento?

O relacionamento pode aprisionar uma pessoa, pois se não há espaço nem proximidade adequada para a intimidade, não há como ser um relacionamento agradável. Na maioria das vezes, a ansiedade, carência e necessidade de controle, fazem pensar que a pessoa é sua propriedade.

Pontos importantes para um relacionamento:

  • Duração: algo que dura com qualidade dá bons sinais de um relacionamento saudável.
  • Assiduidade: ter frequência de bons momentos juntos.
  • Consistência: casal precisa ter muitos pontos em comum.
  • Presença: estar realmente presente e entregue ao momento.
  • Intimidade: ter profundidade na intimidade para ter cada vez mais parceria.
  • Integração social: ter momentos de casal, mas não abandonar os momentos individuais.

Quando pessoas, ficam confusas com o fato de “ficar” com alguém. Ficar não é um namoro, nem compromisso. Ocorre entre duas pessoas que tem vontade de estarem juntas, que poderá ou não, levar a um relacionamento.

Criar expectativas ao ficar com alguém, pode render desilusões, gerando cobrança e pressão. O fato de não ter um compromisso, permite que as pessoas descubram de formas que não conseguiriam se houvesse o amanhã.

O perigo do só ficar com as pessoas, poderá levar a perder a capacidade de se envolver profundamente, tendo dificuldades para se vincular e criar laços que necessitem de foco, qualidade numa relação duradoura.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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