Autor: Paulafreitaspsicologa
Relacionamento e apego
Tipos de apego nas relações
TIPOS DE APEGO NAS RELAÇÕES
Você sabia que seu estilo de apego influencia nas relações?
Segundo John Bowlby, o psicanalista que criou a Teoria do Apego, em que explica como algumas pessoas se apegam mais que outras pessoas num relacionamento.
Existem 3 tipos de apego:
- Apego ansioso: demonstra insegurança, evita a qualquer custo a rejeição, busca proximidade, faz joguinhos emocionais para atrair atenção e interesse, está sempre desconfiando do parceiro, deixa ser levada pelo parceiro, anula a si mesmo, dramatiza seus sentimentos, tem mania de adivinhações e um grande medo de que qualquer coisa, mesmo que pequena termine seu relacionamento.
- Apego evitativo: age de maneira contraditória, desvaloriza o parceiro, preza pela sua independência, evita falar dos sentimentos, interrompe as conversas, é reativo e inflexível com as regras do relacionamento.
- Apego seguro: é confiável, consistente, flexível, divide a tomada de decisões, evita joguinhos emocionais, expressa seus sentimentos e suas fragilidades, a dependência e o compromisso não são fatores de anulação pessoal, chega em um acordo numa discussão, se comunica bem em seu relacionamento.
Qual desses tipos de apego se encaixa? E seu parceiro?
Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!
Paula Freitas
Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora
Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade
WhatsApp – 11 98313 2371
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Hábitos que destroem autoestima
Ser solteiro ou ter relacionamento
Quando deixar a vida de solteiro?
QUANDO DEIXAR A VIDA DE SOLTEIRO?
Será que teve ter um relacionamento ou continuar com a vida de solteiro?
Quantas pessoas vejo no consultório, falando que querem ficar com alguém, sem se envolver emocionalmente, mas as vezes, o destino nos prega uma peça.
E de um modo inesperado, se vê pensando toda hora na pessoa, ao perceber está apaixonado pelo outro. Muitas vezes, levando a pessoa a se sentir aprisionado.
Ao entrar numa relação, terá que encarar uma fase experimental. Nos primeiros 6 meses é a fase de reconhecimento de vários aspectos da vida da pessoa. Vão se conhecendo, revelando seus sonhos futuros.
Fique atento no início do relacionamento em alguns pontos:
- Evite interferências externas.
- Escute a pessoa e tire suas próprias conclusões.
- Preserve o momento individual de cada um.
- Dê fôlego para si mesmo.
O relacionamento sempre precisará de ajustes e empenhos de ambas as partes.
Permita-se viver essa relação com amor e principalmente os 3 R essenciais para um relacionamento saudável, como: respeito, reconhecimento e reciprocidade.
Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!
Paula Freitas
Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora
Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade
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Por que tenho medo de amar?
Relacionamento ou “ficar”
Dúvida em “ficar” ou namorar
DÚVIDA EM “FICAR” E NAMORAR
Qual o maior perigo da pessoa que só fica com outras pessoas e nunca estão num relacionamento?
O relacionamento pode aprisionar uma pessoa, pois se não há espaço nem proximidade adequada para a intimidade, não há como ser um relacionamento agradável. Na maioria das vezes, a ansiedade, carência e necessidade de controle, fazem pensar que a pessoa é sua propriedade.
Pontos importantes para um relacionamento:
- Duração: algo que dura com qualidade dá bons sinais de um relacionamento saudável.
- Assiduidade: ter frequência de bons momentos juntos.
- Consistência: casal precisa ter muitos pontos em comum.
- Presença: estar realmente presente e entregue ao momento.
- Intimidade: ter profundidade na intimidade para ter cada vez mais parceria.
- Integração social: ter momentos de casal, mas não abandonar os momentos individuais.
Quando pessoas, ficam confusas com o fato de “ficar” com alguém. Ficar não é um namoro, nem compromisso. Ocorre entre duas pessoas que tem vontade de estarem juntas, que poderá ou não, levar a um relacionamento.
Criar expectativas ao ficar com alguém, pode render desilusões, gerando cobrança e pressão. O fato de não ter um compromisso, permite que as pessoas descubram de formas que não conseguiriam se houvesse o amanhã.
O perigo do só ficar com as pessoas, poderá levar a perder a capacidade de se envolver profundamente, tendo dificuldades para se vincular e criar laços que necessitem de foco, qualidade numa relação duradoura.
Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!
Paula Freitas
Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora
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