Novas formas de amar: amar dói menos quando é consciente
Quando o relacionamento não termina, mas vai se apagando
Quando o relacionamento não termina, mas vai se apagando
Nem toda crise em um relacionamento vem acompanhada de gritos, brigas ou rompimentos dramáticos.
Algumas relações simplesmente vão se desfazendo em silêncio.
Não existe uma grande explosão.
Existe um afastamento lento, quase imperceptível.
O casal continua junto, mas algo mudou.
As conversas ficam rasas.
Os momentos juntos perdem a intensidade.
O interesse vai diminuindo.
A conexão emocional começa a enfraquecer.
Vocês ainda dividem o mesmo espaço, a mesma casa, a mesma rotina,
mas já não dividem a mesma presença.
É como se duas pessoas passassem a viver lado a lado, e não mais verdadeiramente juntas.
E o mais perigoso desse tipo de distanciamento é que ele costuma ser ignorado.
Afinal, não há grandes conflitos.
Não há um motivo evidente para preocupação.
Mas relacionamentos não morrem apenas por excesso de problemas.
Eles também morrem por falta de vínculo.
Quando o diálogo diminui, quando o carinho esfria, quando a troca emocional desaparece,
a relação começa a perder o que realmente a sustenta.
O que parece tranquilidade pode, na verdade, ser apenas desconexão disfarçada.
Porque afinal, quem cuida da mente, cuida da vida.
Paula Freitas
Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora
WhatsApp: http://wa.me/5511983132371
E-mail: ajuda@paulafreitaspsicologa.com.br
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Quando só um tenta, o vínculo desmorona
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Relação saudável é feita por duas pessoas escolhendo permanecer.
Quando só um sustenta, vira cansaço.
Relação não é arrasto, é dança.
E uma dança não existe se só um se movimenta.
Se você se sente carregando tudo sozinha, algo precisa ser revisto — urgência emocional.
Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!
Paula Freitas
Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora
Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade
WhatsApp – 11 98313 2371
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Amor não cura tudo
Ninguém adivinha o que você sente
Ninguém adivinha o que você sente
Se você espera que o outro perceba o que está acontecendo com você sem que você diga, prepare-se para frustrações.
O outro não tem acesso aos seus diálogos internos.
Vulnerabilidade é coragem de se mostrar, não de ser adivinhada.
Dizer o que você precisa não é fraqueza, é maturidade.
Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!
Paula Freitas
Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora
Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade
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