Atração fatal: quando a carência vira dependência emocional
Você ama ou só tem medo de ficar sozinha?
Comparação: o ladrão da alegria nos relacionamentos
Comparação: o ladrão da alegria nos relacionamentos
Quando você compara seu relacionamento com o de outras pessoas, você está olhando uma vitrine, não os bastidores.
A internet mostra casais perfeitos, viagens perfeitas, declarações perfeitas e você começa a acreditar que seu amor é insuficiente.
Mas você não vê o que acontece depois da foto.
A relação que você idealiza pode estar cheia de ausências, brigas silenciadas ou distância afetiva.
Comparar é injusto com você e com quem está do seu lado.
Cada relação tem um ritmo, uma história e necessidades únicas.
Em vez de perguntar:
Por que ele não faz como o namorado da fulana?
Tente:
Como podemos melhorar juntos? O que eu preciso e o que você precisa?
O amor só cresce onde há realismo e presença, não comparação.
Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!
Paula Freitas
Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora
Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade
WhatsApp – 11 98313 2371
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E-mail: ajuda@paulafreitaspsicologa.com.br
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O silêncio que não é paz
O silêncio que não é paz
Muita gente acha que evitar conversa difícil é maturidade, mas, na verdade, o silêncio pode ser uma forma de abandono emocional.
Quando um casal para de falar sobre sentimentos, planos, medos e frustrações, a relação não se fortalece: ela se distancia em silêncio.
Você já percebeu como pequenas mágoas vão se acumulando?
Um comentário irônico que você deixa passar, uma atitude que te machuca, mas você finge não ver. Com o tempo, nada disso desaparece. Tudo vai para um arquivo interno chamado ressentimento, e ele cobra caro.
Silêncio não resolve, apenas adia.
E quanto mais você adia, maior a dor quando tudo finalmente explode.
Conversar não significa brigar.
Significa construir uma ponte entre duas verdades.
Se algo te incomoda, fale com respeito, mas fale.
Se você percebe o outro mais fechado, se aproxime com curiosidade, e não com acusação.
Silenciar para não perder alguém pode te fazer perder a si mesma primeiro.
Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!
Paula Freitas
Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora
Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade
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