Autossabotagem prejudicando a relação

AUTOSSABOTAGEM PREJUDICANDO A RELAÇÃO

Você já se pegou se boicotando ou até mesmo se enganado?

A autossabotagem é algo que te impede de avançar de verdade nos problemas que necessita resolver, pois você sabe que terá que abrir mão de alguns confortos e manias, então posterga e prefere não mexer nesse momento.

Começa a reclamar e acusar os outros por ser mais confortável do que agir. Quando acusa seu parceiro por ser acomodado, reflita no quanto de incentivo você alimenta essa acomodação sem ao menos perceber.

Acaba sabotando seu relacionamento para driblar um medo de encarar as suas dificuldades, do parceiro e da própria relação. Será fundamental olhar verdadeiramente para si e se permitir encarar os problemas com sabedoria.

As pessoas que reprimem emoções como medo, tristeza, raiva, se sentem presas na culpa, gerando mais tensão. Permita-se viver suas emoções negativas, mas isso não quer dizer que precisa despejar tudo em seu parceiro.

Quanto mais negar para si um sentimento, mais difícil perceber quando ele aparece e assim não aprenderá a encarar suas emoções. Permita-se!

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Sentimentos e máscaras na relação

SENTIMENTOS E MÁSCARAS NA RELAÇÃO

Já ouviu falar em usar máscara para se esconder? Muitas vezes de si próprio.

O relacionamento vai criando intimidade, que é a capacidade de criar acolhimento mútuo em cada área da vida com cumplicidade diante dos defeitos e virtudes, pois ninguém conhece o outro plenamente. Embora tenha relações tão rasas que nunca foram reveladas plenamente.

Algumas pessoas criam máscaras para lidar com outras pessoas, porque são meios de se proteger do sentimento terrível de ser rejeitado ou não amado. Quanto maior o medo, mais rígida é a defesa, criando essa carcaça para não revelar o que realmente pensa e sente.

Passou pela sua cabeça: será que sou assim?

Então, reflita nesses pontos:

  • Pergunte para si, qual é a sua máscara, ou seja, a maneira que gosta de ser visto pelos outros.
  • O que essa máscara tenta esconder sobre sentimentos, pensamentos e desejos proibidos?
  • Como poderia se expressar sem grandes reservas, porém sem machucar ou chocar alguém?
  • O que seu parceiro pode estar aguardando dentro dele a partir do que ele mostra ou evita?
  • Converse com seu parceiro, incentivando a se mostrar e esteja preparada para acolher sem julgamento.

É necessário ter consciência dos sentimentos mais profundos e parar de se perder em emoções artificiais. Para refletir, pense nesses pontos:

  • Quais sentimentos difíceis costuma lidar no dia a dia?
  • O que esses sentimentos revelam de mais profundo?
  • Quais histórias do passado, que os sentimentos estão ligados?
  • O que temeria descobrir de si mesmo?

O mergulho em nossos sentimentos e pensamentos faz parte do processo de autoconhecimento.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Já achou sua alma gêmea?

JÁ ACHOU SUA ALMA GÊMEA?

Você já achou a tampa da sua panela? A metade da sua laranja? Tenho um recado muito importante, você nunca achará.

A paixão tem a ver mais com fantasia do que realidade. O perigo disso é que nessa fase, o casal quer se colocar na mesma caixa, formando a ideia de que um completa o outro. Doce engano!

A ideia da perfeição que vem atrelada com a paixão é pura ilusão, pois vem aquela sensação de que relacionamento amoroso pode solucionar todos os questionamentos da vida, que é uma grande armadilha.

Como Freud falou muito bem da projeção, a paixão é uma forma de projeção, pois você não conhece a pessoa o suficiente para afirmar as qualidades e virtudes dela. Essas virtudes podem ser desejos projetados sobre a outra pessoa.

Com o tempo, o encantamento deslumbrado e a paixão passam, você começa a enxergar a pessoa como ela realmente é e muitas vezes se decepciona, porque foi um mecanismo que sua mente acabou criando.

Se essa relação era movida pelo fogo da paixão e emoções intensas, corre o risco de acabar.

Podendo surgir alguns questionamentos:

  • Por que me enganei tanto?
  • Por que me arrependo dessa escolha?

Porque a vida amorosa não é pautada por empolgação. Portanto, não mergulhe de cabeça na piscina, entre devagar, molhando os pés e verá que a fantasia desse relacionamento foi idealizada e que com o tempo a ficha vai caindo e vão se conhecendo como realmente são.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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