Amor é escolha, não prisão

Amor é escolha, não prisão

Amar alguém não deveria significar se apagar.
Muita gente, na ânsia de manter a relação, vai se moldando tanto às vontades do outro que perde a própria identidade.
Começa a dizer menos “não”, a tolerar mais do que gostaria, a abrir mão de si mesmo.

E o problema é que esse tipo de “amor” cobra caro: a conta chega na forma de frustração, ressentimento e cansaço emocional.
Você começa a se sentir invisível, sem espaço, sem voz.

Relação saudável é parceria, não fusão. Você não precisa se anular para ser amada.
Amor consciente respeita a individualidade. Permite o outro crescer e também te apoia a ser quem é.

Se você tem deixado de lado suas vontades, amizades ou planos por causa do outro, talvez não esteja amando: esteja com medo de perder.
E amor com medo vira dependência.

Amar é liberdade com compromisso. É escolha, não prisão.
Cuide do outro, sim, mas sem esquecer de cuidar de si também.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Respeito é o mínimo, mas também o essencial

Respeito é o mínimo, mas também essencial

Todo relacionamento saudável começa pelo respeito. E não estou falando só de não xingar, não trair ou não gritar.
Respeito também é saber a hora de escutar, de não invadir, de reconhecer os limites emocionais do outro.

É entender que o outro não é uma extensão sua. Ele pensa, sente e reage de forma diferente e isso não é defeito. É identidade!
Casais que se respeitam têm espaço pra discordar sem se agredir. Sabem colocar limites sem medo de perder o amor.

Respeitar é valorizar o que o outro sente, mesmo que você não concorde. É ter empatia nas falas, cuidado nas críticas e consciência nas atitudes.

Quando o respeito some, o amor vira guerra. E aos poucos, tudo aquilo que parecia bonito se torna pesado, desgastante, exaustivo.
Sem respeito, o relacionamento vira uma disputa de ego e poder.

Você pode até amar alguém, mas se não respeita, está amando errado.
E se está em uma relação em que você precisa pedir por respeito, talvez já seja hora de rever se isso ainda te faz bem.

Respeito é o mínimo, mas também é o mais essencial.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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A qualidade do diálogo diante dos conflitos

A qualidade do diálogo durante os conflitos

Muitas pessoas acreditam que evitar brigas é sinônimo de maturidade, mas o problema é que, ao evitar conflitos, você também pode estar evitando a verdade.
Guardar ressentimentos para “manter a paz” gera um acúmulo silencioso. E com o tempo, qualquer detalhe vira gatilho, porque nada foi resolvido de fato.

O conflito é natural em qualquer relação. O que diferencia os casais saudáveis dos tóxicos não é a ausência de brigas, mas a qualidade do diálogo durante os conflitos.

Quando o casal aprende a conversar sem humilhar, escutar sem rebater, e se colocar sem atacar, tudo muda.
O problema é quando se prefere o silêncio à conversa. Quando o “deixa pra lá” vira rotina. Isso vai minando a confiança, a conexão e a vontade de seguir.

Se vocês só se entendem depois que tudo explode, talvez estejam repetindo um padrão de fuga emocional.
Briga não é sinônimo de desrespeito, pode ser sinal de que algo precisa ser olhado com mais atenção.

Conflito bem conduzido aproxima. Mal resolvido, separa em silêncio.
Não fuja das conversas difíceis. Elas são pontes, não muros.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

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