Amar sem se anular, é amor consciente

Amar sem se anular, isso é amor consciente

Amar alguém não deveria significar se apagar, mas, muitas vezes, na tentativa de manter uma relação, a gente começa a abrir mão de si: tolera o que incomoda, deixa de dizer “não”, abandona os próprios planos e aos poucos, perde a voz dentro da própria vida.

Esse tipo de “amor” cobra caro. Vem em forma de cansaço emocional, frustração e aquela sensação de que você sumiu, mesmo estando dentro da relação.

Amor consciente respeita a individualidade. Permite o outro crescer e apoia você a ser quem é.

Relação saudável é parceria, não fusão. Você não precisa se moldar para caber no mundo do outro.

 Se você tem se calado para agradar, cuidado.
Você pode estar alimentando um medo de perder e chamando isso de amor, mas amor com medo é prisão.
Amor com consciência é liberdade com compromisso.

 Cuide do outro, sim, mas cuide de si com a mesma intensidade.
Porque quem se ama, ama melhor.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Brigas constantes são o fim ou um pedido de socorro?

Brigas constantes são o fim ou um pedido de socorro?

Nem toda briga é sinal de que o relacionamento acabou. Às vezes, é só um grito de alguém que quer se conectar.

Muitos casais vivem em conflito não porque o amor acabou, mas porque não sabem mais se comunicar. O problema não está na briga em si, mas em como ela acontece.

Quando a escuta some e só sobra ataque, o afeto se esconde. Mas se o casal aprende a brigar melhor com respeito, presença e escuta, a relação cresce.

Relacionamentos saudáveis não são livres de conflito. Eles apenas sabem o que fazer com ele.

Agora, se vocês só conseguem se entender depois de uma explosão, se o “conversar” virou campo de batalha, talvez estejam presos num padrão de fuga emocional.

 Pergunta importante: estamos brigando por que queremos melhorar ou por que não existe mais conexão?

Briga bem conduzida aproxima.
O silêncio, a indiferença e o acúmulo, esses sim, destroem.

 Conversas difíceis são desconfortáveis, mas também podem ser pontes, não muros.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Você está amando ou apenas preenchendo um vazio?

Você está amando ou apenas tentando preencher um vazio?

Muita gente acredita que está vivendo um grande amor, mas, na verdade, está tentando aliviar uma carência emocional.

Quando a autoestima está baixa e o medo da solidão fala alto, qualquer gesto de atenção vira afeto. E qualquer afeto, vira amor.
Você idealiza, se entrega rápido, aceita pouco e chama isso de intensidade, mas no fundo, é só um vazio querendo ser preenchido.

Relação saudável não nasce da necessidade.
Ela surge quando você se sente bem sozinha e ainda assim escolhe dividir a vida com alguém.
Quando você se sente inteira, começa a buscar conexões que somam, não que tapem buracos.

Então, pare e se pergunte:
 Eu amo essa pessoa ou tenho medo de ficar sozinha?
 Eu me sinto livre nessa relação ou dependo dela para me sentir viva?

Amar é escolha, não fuga.
E quando a escolha é feita a partir do amor-próprio, ela é leve, consciente e verdadeira.

 Se você sente que está se relacionando por carência, é hora de olhar para dentro.
Porque quem cuida da mente, cuida da vida e dos seus relacionamentos também.

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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