Apego vem do medo de perder

Apego vem do medo de perder

É comum confundir apego com amor, mas são bem diferentes.
O amor verdadeiro dá liberdade, apoia, fortalece. O apego aprisiona, controla, depende.

O apego vem do medo: medo de perder, de ficar sozinho, de não ser suficiente.
Por isso, quem é muito apegado vive em estado de alerta. Qualquer mudança vira ameaça. Uma demora para responder mensagem já dispara ansiedade.

Esse comportamento desgasta o relacionamento, porque coloca o outro como responsável por acalmar sua insegurança. E isso é injusto!

Amor saudável é construído por duas pessoas inteiras. Pessoas que escolhem estar juntas, mas que não se anulam por medo de ficar sem o outro.
Quando você aprende a se sentir bem sozinha, se relaciona de forma mais leve, porque entende que o outro é complemento, não sua base emocional.

Se você vive com medo de perder, vale se perguntar:
Estou nessa relação por amor ou por necessidade emocional?
Tenho medo de perder o outro ou de me encarar sem ele?

Lembre-se: amar é deixar o outro livre, e confiar que, mesmo com liberdade, ele vai escolher ficar.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Carência afetiva, quem aceita pouco, recebe pouco

Carência afetiva, quem aceita pouco, recebe pouco

A carência pode fazer com que qualquer gesto de atenção pareça amor. Você se sente tão carente de afeto, que quando alguém manda um “bom dia” mais simpático, já imagina um futuro junto.

Essa carência tem raízes emocionais profundas: talvez a falta de validação na infância, rejeições anteriores ou relações frustradas.
E quando você não preenche esse vazio com amor-próprio, começa a aceitar migalhas de quem não tem intenção nenhuma de te nutrir emocionalmente.

Você se acomoda em relações rasas, onde a presença do outro não é afeto, é distração momentânea. Mas atenção: quem aceita pouco, recebe pouco!

Relações saudáveis não se constroem na carência. Elas se firmam quando você se sente inteira, segura de quem é e do que quer.
Aí sim, você se conecta com alguém por escolha, não por necessidade.

Se você sente que tem aceitado menos do que merece, talvez esteja na hora de olhar para dentro, cuidar dessas feridas emocionais e lembrar:
Amor não é prêmio para quem suporta dor. Amor é troca!

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Traição emocional é ausência de entrega

Traição emocional é ausência de entrega

Muita gente acha que só existe traição quando há envolvimento físico com outra pessoa, mas a traição emocional pode ser ainda mais silenciosa e dolorosa.

Ela acontece quando a presença do parceiro é apenas física. Está ali, mas não escuta, não acolhe, não compartilha. Quando você sente que está em um relacionamento sozinho.

E quando as conversas acabam, os toques diminuem, e a conexão emocional some.
Às vezes, o parceiro até “faz o que deve”, paga contas, cumpre horários, está por perto, mas não existe mais troca afetiva, nem interesse genuíno.

Isso machuca profundamente e você começa a se questionar: Será que o problema sou eu?

Mas a verdade é que, quando o laço emocional se rompe, o relacionamento vira convivência vazia.

Ninguém merece viver ao lado de alguém que já foi embora por dentro. Se você sente essa distância, vale uma conversa honesta. Pergunte, observe, proponha reconstrução, mas também saiba reconhecer quando não há mais retorno.

Traição emocional é a ausência de entrega e um relacionamento precisa de presença de corpo, mente e coração.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

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Reconciliação exige maturidade emocional

Reconciliação exige maturidade emocional

Voltar com alguém pode parecer um recomeço, mas se nada mudou, é só repetição com outro nome.
Muitas vezes, o casal termina, sofre, sente falta e volta, mas volta no impulso, no medo da solidão, sem conversar sobre o que causou o rompimento. Resultado? Em pouco tempo, os mesmos erros reaparecem.

A reconciliação saudável exige mais do que saudade. Exige maturidade!
Antes de reatar, o casal precisa refletir: O que aprendemos com essa pausa? Quais atitudes precisam mudar? Estamos realmente dispostos a fazer diferente?

Se essas perguntas não são respondidas com clareza, o risco é voltar para o mesmo lugar de dor, insegurança e frustração.

É comum um dos dois acreditar que só o amor basta, mas amor sem responsabilidade, sem escuta e sem ajustes, vira ilusão.

Por isso, se está considerando voltar com alguém, vá com calma. Reatar por carência ou medo de ficar sozinho pode ser uma armadilha.
Reconciliação de verdade é feita com base no diálogo, na revisão de comportamentos e no compromisso de construir uma nova dinâmica, não repetir a antiga.

Lembre-se: não adianta pintar a parede se a infiltração continua por trás.
Reatar só vale a pena quando há transformação!

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

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