Quando deixar a vida de solteiro?

QUANDO DEIXAR A VIDA DE SOLTEIRO?

Será que teve ter um relacionamento ou continuar com a vida de solteiro?

Quantas pessoas vejo no consultório, falando que querem ficar com alguém, sem se envolver emocionalmente, mas as vezes, o destino nos prega uma peça.

E de um modo inesperado, se vê pensando toda hora na pessoa, ao perceber está apaixonado pelo outro. Muitas vezes, levando a pessoa a se sentir aprisionado.

Ao entrar numa relação, terá que encarar uma fase experimental. Nos primeiros 6 meses é a fase de reconhecimento de vários aspectos da vida da pessoa. Vão se conhecendo, revelando seus sonhos futuros.

Fique atento no início do relacionamento em alguns pontos:

  • Evite interferências externas.
  • Escute a pessoa e tire suas próprias conclusões.
  • Preserve o momento individual de cada um.
  • Dê fôlego para si mesmo.

O relacionamento sempre precisará de ajustes e empenhos de ambas as partes.

Permita-se viver essa relação com amor e principalmente os 3 R essenciais para um relacionamento saudável, como: respeito, reconhecimento e reciprocidade.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Dúvida em “ficar” ou namorar

DÚVIDA EM “FICAR” E NAMORAR

Qual o maior perigo da pessoa que só fica com outras pessoas e nunca estão num relacionamento?

O relacionamento pode aprisionar uma pessoa, pois se não há espaço nem proximidade adequada para a intimidade, não há como ser um relacionamento agradável. Na maioria das vezes, a ansiedade, carência e necessidade de controle, fazem pensar que a pessoa é sua propriedade.

Pontos importantes para um relacionamento:

  • Duração: algo que dura com qualidade dá bons sinais de um relacionamento saudável.
  • Assiduidade: ter frequência de bons momentos juntos.
  • Consistência: casal precisa ter muitos pontos em comum.
  • Presença: estar realmente presente e entregue ao momento.
  • Intimidade: ter profundidade na intimidade para ter cada vez mais parceria.
  • Integração social: ter momentos de casal, mas não abandonar os momentos individuais.

Quando pessoas, ficam confusas com o fato de “ficar” com alguém. Ficar não é um namoro, nem compromisso. Ocorre entre duas pessoas que tem vontade de estarem juntas, que poderá ou não, levar a um relacionamento.

Criar expectativas ao ficar com alguém, pode render desilusões, gerando cobrança e pressão. O fato de não ter um compromisso, permite que as pessoas descubram de formas que não conseguiriam se houvesse o amanhã.

O perigo do só ficar com as pessoas, poderá levar a perder a capacidade de se envolver profundamente, tendo dificuldades para se vincular e criar laços que necessitem de foco, qualidade numa relação duradoura.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Autossabotagem prejudicando a relação

AUTOSSABOTAGEM PREJUDICANDO A RELAÇÃO

Você já se pegou se boicotando ou até mesmo se enganado?

A autossabotagem é algo que te impede de avançar de verdade nos problemas que necessita resolver, pois você sabe que terá que abrir mão de alguns confortos e manias, então posterga e prefere não mexer nesse momento.

Começa a reclamar e acusar os outros por ser mais confortável do que agir. Quando acusa seu parceiro por ser acomodado, reflita no quanto de incentivo você alimenta essa acomodação sem ao menos perceber.

Acaba sabotando seu relacionamento para driblar um medo de encarar as suas dificuldades, do parceiro e da própria relação. Será fundamental olhar verdadeiramente para si e se permitir encarar os problemas com sabedoria.

As pessoas que reprimem emoções como medo, tristeza, raiva, se sentem presas na culpa, gerando mais tensão. Permita-se viver suas emoções negativas, mas isso não quer dizer que precisa despejar tudo em seu parceiro.

Quanto mais negar para si um sentimento, mais difícil perceber quando ele aparece e assim não aprenderá a encarar suas emoções. Permita-se!

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

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