Traição emocional é ausência de entrega

Traição emocional é ausência de entrega

Muita gente acha que só existe traição quando há envolvimento físico com outra pessoa, mas a traição emocional pode ser ainda mais silenciosa e dolorosa.

Ela acontece quando a presença do parceiro é apenas física. Está ali, mas não escuta, não acolhe, não compartilha. Quando você sente que está em um relacionamento sozinho.

E quando as conversas acabam, os toques diminuem, e a conexão emocional some.
Às vezes, o parceiro até “faz o que deve”, paga contas, cumpre horários, está por perto, mas não existe mais troca afetiva, nem interesse genuíno.

Isso machuca profundamente e você começa a se questionar: Será que o problema sou eu?

Mas a verdade é que, quando o laço emocional se rompe, o relacionamento vira convivência vazia.

Ninguém merece viver ao lado de alguém que já foi embora por dentro. Se você sente essa distância, vale uma conversa honesta. Pergunte, observe, proponha reconstrução, mas também saiba reconhecer quando não há mais retorno.

Traição emocional é a ausência de entrega e um relacionamento precisa de presença de corpo, mente e coração.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Reconciliação exige maturidade emocional

Reconciliação exige maturidade emocional

Voltar com alguém pode parecer um recomeço, mas se nada mudou, é só repetição com outro nome.
Muitas vezes, o casal termina, sofre, sente falta e volta, mas volta no impulso, no medo da solidão, sem conversar sobre o que causou o rompimento. Resultado? Em pouco tempo, os mesmos erros reaparecem.

A reconciliação saudável exige mais do que saudade. Exige maturidade!
Antes de reatar, o casal precisa refletir: O que aprendemos com essa pausa? Quais atitudes precisam mudar? Estamos realmente dispostos a fazer diferente?

Se essas perguntas não são respondidas com clareza, o risco é voltar para o mesmo lugar de dor, insegurança e frustração.

É comum um dos dois acreditar que só o amor basta, mas amor sem responsabilidade, sem escuta e sem ajustes, vira ilusão.

Por isso, se está considerando voltar com alguém, vá com calma. Reatar por carência ou medo de ficar sozinho pode ser uma armadilha.
Reconciliação de verdade é feita com base no diálogo, na revisão de comportamentos e no compromisso de construir uma nova dinâmica, não repetir a antiga.

Lembre-se: não adianta pintar a parede se a infiltração continua por trás.
Reatar só vale a pena quando há transformação!

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

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Ciúme é sinal de amor? Amor doentio?

Ciúme é sinal de amor? Amor doentio?!

Ciúmes, em doses equilibradas, até pode ser visto como cuidado, embora, esteja escondendo suas inseguranças através desse “ciúme cuidadoso”, mas quando passa do ponto, sufoca. O grande problema é que, na maioria das vezes, o ciúme nem é sobre o outro, é sobre você, sobre seus medos, suas inseguranças e suas carências.

Quando a autoestima está baixa, qualquer gesto neutro do outro parece ameaça. Um olhar, uma mensagem não respondidos, um compromisso sem você. Tudo vira motivo para criar cenas e crises. Só que o outro não tem obrigação de suprir suas faltas internas.

Quem sente ciúmes demais tende a controlar, sufocar e se anular. Vive tentando se moldar para evitar que o outro olhe para o lado. E isso é exaustivo para quem sente e para quem convive.

Se identificar esse padrão em você, respira e pergunte: “Do que eu tenho medo? O que isso diz sobre mim?”

Porque o problema não está no outro, está no tamanho da importância que você dá àquilo.

Na relação saudável, reconhecemos que o outro é livre, que a relação é escolha e que confiança se constrói no dia a dia. Relação boa não é a que prende, é a que dá segurança suficiente pra que ninguém precise vigiar ninguém.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

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