Você está amando ou apenas preenchendo um vazio?

Você está amando ou apenas tentando preencher um vazio?

Muita gente acredita que está vivendo um grande amor, mas, na verdade, está tentando aliviar uma carência emocional.

Quando a autoestima está baixa e o medo da solidão fala alto, qualquer gesto de atenção vira afeto. E qualquer afeto, vira amor.
Você idealiza, se entrega rápido, aceita pouco e chama isso de intensidade, mas no fundo, é só um vazio querendo ser preenchido.

Relação saudável não nasce da necessidade.
Ela surge quando você se sente bem sozinha e ainda assim escolhe dividir a vida com alguém.
Quando você se sente inteira, começa a buscar conexões que somam, não que tapem buracos.

Então, pare e se pergunte:
 Eu amo essa pessoa ou tenho medo de ficar sozinha?
 Eu me sinto livre nessa relação ou dependo dela para me sentir viva?

Amar é escolha, não fuga.
E quando a escolha é feita a partir do amor-próprio, ela é leve, consciente e verdadeira.

 Se você sente que está se relacionando por carência, é hora de olhar para dentro.
Porque quem cuida da mente, cuida da vida e dos seus relacionamentos também.

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Amar sozinho não sustenta relação

Amar sozinho não sustenta relação

Amar é maravilhoso, mas amor sozinho não mantém uma relação de pé.
A paixão inicial passa, o encantamento diminui, e o que sustenta o casal é o esforço mútuo para continuar escolhendo um ao outro, mesmo nas fases difíceis.

Relação boa não é a que não dá trabalho. É a que tem dois adultos conscientes, dispostos a dialogar, ceder, construir juntos.
Quando só um se esforça, carrega o relacionamento nas costas e com o tempo, isso cansa, desgasta e esfria.

Amar é ato de presença. É escutar com interesse, cuidar sem sufocar, dar atenção mesmo na correria.
Não adianta dizer que ama e continuar ausente. Palavras não sustentam o vínculo sem atitude.

Quem ama de verdade mostra no dia a dia: com gentilezas, com escuta, com paciência.
Relacionamento que vale a pena exige intenção diária. Não é automático, é cultivo.

Se você sente que está sozinho na relação, vale conversar.
Relacionamento saudável se constrói a dois, ou desaba com o esforço de um só.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Amor é escolha, não prisão

Amor é escolha, não prisão

Amar alguém não deveria significar se apagar.
Muita gente, na ânsia de manter a relação, vai se moldando tanto às vontades do outro que perde a própria identidade.
Começa a dizer menos “não”, a tolerar mais do que gostaria, a abrir mão de si mesmo.

E o problema é que esse tipo de “amor” cobra caro: a conta chega na forma de frustração, ressentimento e cansaço emocional.
Você começa a se sentir invisível, sem espaço, sem voz.

Relação saudável é parceria, não fusão. Você não precisa se anular para ser amada.
Amor consciente respeita a individualidade. Permite o outro crescer e também te apoia a ser quem é.

Se você tem deixado de lado suas vontades, amizades ou planos por causa do outro, talvez não esteja amando: esteja com medo de perder.
E amor com medo vira dependência.

Amar é liberdade com compromisso. É escolha, não prisão.
Cuide do outro, sim, mas sem esquecer de cuidar de si também.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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