Respeito é o mínimo, mas também o essencial

Respeito é o mínimo, mas também essencial

Todo relacionamento saudável começa pelo respeito. E não estou falando só de não xingar, não trair ou não gritar.
Respeito também é saber a hora de escutar, de não invadir, de reconhecer os limites emocionais do outro.

É entender que o outro não é uma extensão sua. Ele pensa, sente e reage de forma diferente e isso não é defeito. É identidade!
Casais que se respeitam têm espaço pra discordar sem se agredir. Sabem colocar limites sem medo de perder o amor.

Respeitar é valorizar o que o outro sente, mesmo que você não concorde. É ter empatia nas falas, cuidado nas críticas e consciência nas atitudes.

Quando o respeito some, o amor vira guerra. E aos poucos, tudo aquilo que parecia bonito se torna pesado, desgastante, exaustivo.
Sem respeito, o relacionamento vira uma disputa de ego e poder.

Você pode até amar alguém, mas se não respeita, está amando errado.
E se está em uma relação em que você precisa pedir por respeito, talvez já seja hora de rever se isso ainda te faz bem.

Respeito é o mínimo, mas também é o mais essencial.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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A qualidade do diálogo diante dos conflitos

A qualidade do diálogo durante os conflitos

Muitas pessoas acreditam que evitar brigas é sinônimo de maturidade, mas o problema é que, ao evitar conflitos, você também pode estar evitando a verdade.
Guardar ressentimentos para “manter a paz” gera um acúmulo silencioso. E com o tempo, qualquer detalhe vira gatilho, porque nada foi resolvido de fato.

O conflito é natural em qualquer relação. O que diferencia os casais saudáveis dos tóxicos não é a ausência de brigas, mas a qualidade do diálogo durante os conflitos.

Quando o casal aprende a conversar sem humilhar, escutar sem rebater, e se colocar sem atacar, tudo muda.
O problema é quando se prefere o silêncio à conversa. Quando o “deixa pra lá” vira rotina. Isso vai minando a confiança, a conexão e a vontade de seguir.

Se vocês só se entendem depois que tudo explode, talvez estejam repetindo um padrão de fuga emocional.
Briga não é sinônimo de desrespeito, pode ser sinal de que algo precisa ser olhado com mais atenção.

Conflito bem conduzido aproxima. Mal resolvido, separa em silêncio.
Não fuja das conversas difíceis. Elas são pontes, não muros.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Apego vem do medo de perder

Apego vem do medo de perder

É comum confundir apego com amor, mas são bem diferentes.
O amor verdadeiro dá liberdade, apoia, fortalece. O apego aprisiona, controla, depende.

O apego vem do medo: medo de perder, de ficar sozinho, de não ser suficiente.
Por isso, quem é muito apegado vive em estado de alerta. Qualquer mudança vira ameaça. Uma demora para responder mensagem já dispara ansiedade.

Esse comportamento desgasta o relacionamento, porque coloca o outro como responsável por acalmar sua insegurança. E isso é injusto!

Amor saudável é construído por duas pessoas inteiras. Pessoas que escolhem estar juntas, mas que não se anulam por medo de ficar sem o outro.
Quando você aprende a se sentir bem sozinha, se relaciona de forma mais leve, porque entende que o outro é complemento, não sua base emocional.

Se você vive com medo de perder, vale se perguntar:
Estou nessa relação por amor ou por necessidade emocional?
Tenho medo de perder o outro ou de me encarar sem ele?

Lembre-se: amar é deixar o outro livre, e confiar que, mesmo com liberdade, ele vai escolher ficar.

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

Psicóloga, psicoterapeuta de casal, terapeuta sexual, palestrante e mentora

Pós-graduada em Sistêmica, Psicopedagogia e Sexualidade

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Carência afetiva, quem aceita pouco, recebe pouco

Carência afetiva, quem aceita pouco, recebe pouco

A carência pode fazer com que qualquer gesto de atenção pareça amor. Você se sente tão carente de afeto, que quando alguém manda um “bom dia” mais simpático, já imagina um futuro junto.

Essa carência tem raízes emocionais profundas: talvez a falta de validação na infância, rejeições anteriores ou relações frustradas.
E quando você não preenche esse vazio com amor-próprio, começa a aceitar migalhas de quem não tem intenção nenhuma de te nutrir emocionalmente.

Você se acomoda em relações rasas, onde a presença do outro não é afeto, é distração momentânea. Mas atenção: quem aceita pouco, recebe pouco!

Relações saudáveis não se constroem na carência. Elas se firmam quando você se sente inteira, segura de quem é e do que quer.
Aí sim, você se conecta com alguém por escolha, não por necessidade.

Se você sente que tem aceitado menos do que merece, talvez esteja na hora de olhar para dentro, cuidar dessas feridas emocionais e lembrar:
Amor não é prêmio para quem suporta dor. Amor é troca!

Porque amar é leveza, não prisão emocional. Quem cuida da mente, cuida da relação.

Afinal quem cuida da mente, cuida da vida!

Paula Freitas

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